CPPANTANAL

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O Centro de Pesquisa do Pantanal torna público a abertura de inscrições para o Processo Seletivo Simplificado de Estagiário, objetivando preencher 1 (uma vaga), em atendimento as atividades previstas no Plano de Trabalho do Comitê de Bacia Hidrográfica Alto Teles Pires, no âmbito do Termo de Colaboração n. 1486/2018/SEMA/MT.

 

O prazo de inscrições será no período de 02 a 19 de julho de 2019 via e-mail (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) ou de forma presencial na Secretaria Geral do CBH Alto Teles Pires, sito a Av. das Palmeiras, n. 889, Centro, Sinop-MT.

 

Para maiores informações, acesse o Edital.

O Centro de Pesquisa do Pantanal torna público a abertura de inscrições para o Processo Seletivo Simplificado de Estagiário, objetivando preencher 2 (duas vagas), em atendimento as atividades previstas no Plano de Trabalho do Comitê de Bacia Hidrográfica Cuiabá, no âmbito do Termo de Colaboração n. 1486/2018/SEMA/MT.

 

O prazo de inscrições será no período de 02 a 08 de julho de 2019 via e-mail (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) ou de forma presencial na Secretaria Geral do CBH Cuiabá, campus UFMT, Cuiabá/MT, das 07h30 às 11h30 e das 13h15 às 17h.

 

Para maiores informações, acesse o Edital.

Recentemente o gado Pantaneiro, e as ações do NUBOPAN, fruto da parceria entre CPP-MCTIC-UEMS, foram novamente destaque internacional, numa revista europeia, com mais de 10 milhões de acessos mensais (The endangered cow being saved by cheese / Bovine researchers believe the world needs the only cow adapted to the largest tropical wetlands - https://www.atlasobscura.com/articles/endangered-cows-pantaneiro)

 

Em 2012, durante a discussão sobre o Novo Código Florestal,  um consórcio de cientistas de varias universidades e instituicoes brasileiras sob a liderança do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (INCT-INAU) da UFMT,  elaborou uma definição para as AUs brasileiras, além de metodologias para o seu delineamento e a sua classificação.  Este trabalho foi publicado na revista “Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Environments” (Junk et al. 2014)[1]. Em 2015 a definição, a classificação e o delineamento das AUs propostos pelo INAU foram recomendados pelo Conselho Nacional de Zonas Úmidas (CNZU) do Ministério do Meio Ambiente brasileiro (MMA) para serem usadas pelos órgãos envolvidos em questões ambientais (Recomendação CNZU n. 07/2015).

Durante o mesmo periodo, depois de grandes inundações na Colômbia, o governo daquele país estimulou a elaboração de um levantamento e classificacao das AUs no seu território. Foram realizadas várias reuniões científicas com a participação de alguns peritos internacionais, entre eles Prof. Dr. Wolfgang Junk, coordenador cientifico do INCT-INAU. Os cientistas chegaram à conclusão, que a melhor abordagem seria o aproveitamento da classificação brasileira, porém com adaptações às peculiariedades climáticas, geológicas e geográficas da Colômbia. Este trabalho foi recentemente publicado na Revista  “Wetlands” (Ricaurte et al. 2019)[2].

O uso da abordagem Brasileira pelos colegas Colombianos valoriza a classificação Brasileira e pode ser considerado como um primeiro passo para uma classificação uniformizada das AUs na América do Sul. Considerando o fato de que muitas AUs importantes se estendem ao longo de grandes rios transfronteiriços, e.g. o Rio Amazonas e os Rios Parana/Paraguai, uma classificação uniformizada das AUs iria não somente fascilitar estudos comparativos, mas iria também permitir a elaboracao de uma legislacao harmonizada a respeito do manejo sustentável e da proteção destas áreas, cujo uso afeta de forma direta ou indireta frequentemente vários países. 

 

 

 

[1] JUNK, W.J. et al. Brazilian wetlands: their definition, delineation, and classification for research, sustainable management, and protection. Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Environments 2014, v. 24, p. 5-22. Disponível em: https://doi.org/10.1002/aqc.2386.

 [2]  RICAURTE, L.F. et al. A Classification System for Colombian Wetlands: an Essential Step Forward in Open Environmental Policy-Making. Wetlands 2019, v. 39, p. 1-20. ISSN 0277-5212. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s13157-019-01149-8.

 

As áreas úmidas (AUs) são as principais fontes naturais de metano (CH4) e representam um terço das emissões globais totais de CH4. Ao mesmo tempo, as AUs podem representar sumidouros consideráveis ​​de carbono devido à alta produtividade e o potencial de sequestro proporcionado por condições anaeróbias sazonais ou permanentes de suas superfícies inundadas. Para quantificar o impacto no ciclo global de carbono de áreas úmidas, pesquisadores do INAU recentemente publicaram um artigo[1]  que foi destaque na edição do prestigioso Journal Nature  Plants de 4 abril de 2019[2].

Os pesquisadores analisaram os fluxos do ecossistema de dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4) nas extensas florestas sazonalmente inundadas da maior área inundável do mundo, o Pantanal Mato-grossense. Entender os fluxos de carbono que ocorrem nesses ecossistemas é crítico, pois cerca de 35% das AUs da Terra estão localizadas nos trópicos.  No estudo realizado entre os anos de 2014 e 2017, os pesquisadores descobriram que as florestas inundadas sazonalmente eram sumidouro de carbono durante o período de inundação, quando as condições se tornam anaeróbicas. No entanto, eles estimam que os fluxos combinados de CO2 e CH4 representam uma fonte de emissão quando se considera uma projeção de 20 e 100 anos.

A absorção de CO2 aumenta no início da estação chuvosa em função do aumento das taxas fotossintéticas destas comunidades. Entretanto, isto diminui ao longo do tempo, pois outros processos como a queda das folhas, a decomposição da liteira e o efluxo de CO2 no solo tornam-se prevalentes.  A liberação de CH4 para a atmosfera aumenta quando o solo se torna saturado com água durante a estação chuvosa. O balanço de carbono dessas florestas depende dos padrões de precipitação e da extensão espacial e temporal das inundações. Se esses ecossistemas serão aliados ou inimigos diante do aquecimento global, dependerá do efeito específico do clima na mudança do ciclo hidrológico regional.

 

[1]  DALMAGRO, H. J.  et al. Radiative forcing of methane fluxes offsets net carbon dioxide uptake for a tropical flooded forest. Global Change Biology, p. 1-15,  2019. ISSN 1354-1013. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/gcb.14615 .

[2]  BARRAL, A. Carbon balance double agents. Nature Plants, v. 5, n. 4, p. 333-333, 2019/04/01 2019. ISSN 2055-0278. Disponível em: < https://doi.org/10.1038/s41477-019-0407-y >.

 

 

 

 

O Centro de Pesquisa do Pantanal firmou o Termo de Colaboração Nº 1486/2018 com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente - SEMA, visando oportunizar o apoio às ações dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Mato Grosso – CBHs e a articulação administrativa e operacional com o fito de viabilizar o regular funcionamento das atividades dos CBHs, de modo a garantir que a gestão de recursos hídricos seja descentralizada e participativa, conforme disposto das Políticas Nacional (Lei nº 9.433/1997) e Estadual de Recursos Hídricos (Lei nº 6.945/1997).

 

Acesse o Extrato da Parceria para maiores informações.

26 Fevereiro

Desafio das Áreas Úmidas

No dia 02 de fevereiro foi lançado o Desafio das Áreas Úmidas, cuja ação é da Wetlands International, implementado pela MUPAN.

 

Regulamento:  https://bit.ly/2HSmItc

Inscrições: https://www.mupan.org.br/l/desafio-das-areas-umidas/

 

PARTICIPEM!!!!

Representantes da Wetlands International, MUPAN, CPP e INAU se reuniram hoje, na sede do INPP, para uma produtiva reunião com o objetivo de formalizar a Parceria através da assinatura de um Termo Cooperação entre essas entidades, cujas ações vêm de encontro ao Programa Corredor Azul-Pantanal.

No dia 02 de fevereiro de 2019 comemoramos o Dia Mundial das Áreas Úmidas.

 

A comemoração do Dia Mundial de AUs tem como finalidade estimular a realização, por partes dos governos, organizações da sociedade civil e grupos de cidadãos, de ações e atividades que chamem a atenção da sociedade para o papel das Áreas Úmidas, para necessidade de sua proteção e dos benefícios que estas podem proporcionar.

 

Para maiores informações, clique aqui.

Estão abertas as inscrições para o Módulo XII do Curso "Legislação Ambiental para Ciências Naturais".

Período: 16 a 18 de outubro de 2018
Local: Centro de Biodiversidade - UFMT
Carga horária: 20h/aula por módulo
Forma de pagamento: Depósito/ Transferência bancária
Link para inscrições: https://goo.gl/forms/Yq0Kg2jvAdCYlDX13
Maiores informações: (65) 3627-1887 / (65) 99983-8634

PARTICIPEM!!!!

 

Clique aqui para saber mais informações sobre o Curso "Legislação Ambiental para Ciências Naturais". 

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Centro de Pesquisa do Pantanal

Rua Dois, N.º 497, Sala 02, Bairro Boa Esperança

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Telefones: + 55 (65)3627-1887

Email: gestao.cpp@gmail.com

Sobre nós

O Centro de Pesquisa do Pantanal – CPP – é uma organização independente, com enfoque humanista e sem fins lucrativos. Seu propósito maior é a promoção da cidadania, que no século XXI, tem na questão ambiental seu ponto chave.

Funcionando em estrutura de rede, o CPP está fortemente calcado em parcerias governamentais e não governamentais dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, contando também com o apoio de setores do governo federal.